Mantena: Jovem Caio Fábio é condenado a 13 anos pelo assassinato de Wesley Matheus

Caio wesleyEsta foi a decisão  no  julgamento desta segunda feira, (10/11), em júri presidido pelo juiz  Carlos Juncken Rodrigues no Tribunal de Júri da Comarca de Mantena. Caio Fábio foi condenado  em 13 anos  por ter praticado    homicídio triplamente qualificado, ou seja,  por ter praticado o homicídio por motivo fútil,  por  asfixia e ainda ter dificultado a defesa da vitima, além do furto. A promotoria ainda vai estudar se há ou não a possibilidade de recorrer da pena especifica que foi aplicada pelo judiciário.foto101
O Tribunal de Júri da Comarca de Mantena foi unanime em  apenar o jovem Caio Fábio Pereira da Silva, 21,  pela morte de Wesley Matheus, ocorrida em 12 de março de 2014, no Bairro Esplanada em Mantena, quando no interior de seu carro a vitima teve o seu pescoço apertado, o que resultou  no óbito por asfixia, crime praticado por motivo fútil, pelo fato de que o  réu não ter gostado de um beijo na boca que recebeu da vitima e por ter receio de que o relacionamento homo afetivo entre eles fosse divulgado a terceiros. Além da culpa pela morte o júri entendeu que houve também o crime de furto quando foram subtraídos dois aparelhos celulares, um relógio, uma lata de cerveja e a quantia de R$ 774 reais da vítima, Wesley Charles Martins.  
Segundo o magistrado, Caio Fábio Pereira foi condenado por três crimes  qualificados conforme Código Penal: matar alguém (Art.121, 2, Inciso III), Inciso II (homicídio cometido por motivo fútil), Inciso IV (à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido) e Art. 155 ( Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel), ou seja, os jurados constataram que  o crime de morte foi por  motivo fútil com requintes de crueldade e ainda entenderam  que houve  uma  subtração ou roubo.   Caio Fábio ainda foi beneficiado pela Lei por ter sido réu confesso e ter menos de 21 anos na época do crime, não tendo maioridade penal , ou seja,  idade minima para uma pessoa ser julgada como adulto, diante dos benefícios  o réu foi condenado a 13 anos de reclusão, inicialmente em regime fechado.

Fonte/Foto: Mantena Online

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