SEDU lança concurso para 1178 vagas. Confira as vagas por município

A Secretaria de Estado da Educação (Sedu) vai abrir concurso público para contratar 1.178 vagas de professor. Os salários variam de R$ 1.982,55 a R$ 3.554,92, de acordo com a titulação do candidato. A carga horária é de 25 horas semanais.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (12)pelo secretário titula da pasta, Haroldo Rocha. As contratações já foram autorizadas pelo governador Paulo Hartung.
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“A nossa meta abrir concurso para professores todos os anos. Um fator importante para melhorar a qualidade da educação é ter um quadro de pessoal de qualidade”, disse o secretário.
Ele disse ainda que a Fundação Carlos Chagas será a responsável pela elaboração do certame. A expectativa é de que o edital seja publicado no início do mês de outubro e que as provas sejam aplicadas no final de novembro. “A ideia é de que os aprovados assumam a regência de classe no início do ano letivo de 2016”, afirmou.
Para participar da seleção, o candidato precisa ter diploma de nível superior, com licenciatura plena em uma das 12 disciplinas para o ensino médio disponíveis.
A maior oferta será para Cariacica com 140 chances, seguida da Serra com 130, Linhares com 61 e Vila Velha com 50 oportunidades.
Conforme informações do secretário, a remuneração do professor com graduação é de R$ 1.982,55, com pós graduação de R$ 2.119,28, com mestrado R$ 2.743,57 e com doutorado R$ 3.554,92. É bom lembrar que os professores possuem plano de carreira. A cada dois anos há uma progressão e todos os anos (em maio e em outubro), é possível requerer a ascensão.
O concurso contará com provas objetivas, de caráter eliminatório, discursiva e avaliação de títulos, ambas de caráter classificatório.
“O concurso tem como objetivo substituir os contratos temporários, pois não vai implicar um aumento nos custos. Os alunos, com isso, vão ganhar professores mais dedicados e com esta dedicação melhora a qualidade do ensino”, avaliou Rocha.
A Sedu tem hoje 12,5 mil professores que atuam em resignação temporária. No entanto, o secretário explicou que é necessário manter um quadro de trabalhadores temporários, para o caso de licenças maternidades, por exemplo. Cerca de 85% dos docentes são do sexo feminino, conforme informou Rocha.
Fonte: Gazeta Online
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